
Título: Introdução à Semanálise
Autor: Julia Kristeva
Sinopse: Julia Kristeva pertence ao grupo mais atuante da crítica cultural francesa. Com este já clássico Introdução à Semanálise, que ora publicamos em sua edição integral, a autora reavaliou os estudos enfeixados sobre o rótulo de semiótica, imprimindo-lhes nova direção. Seu pensamento traz a marca da obra de Louis Althusser, assim como indica a leitura de Greimas, Lacan e Lévi-Strauss, entre outros. A autora colheu na semiótica as perguntas fundamentais ligadas ao texto, isto é, uma possível textologia - quais são as leis de seu funcionamento? Qual é o lugar desse objeto específico dentre a multiplicidade das práticas significantes? Título de extrema importância não só porque resumiu, à época, as últimas conquistas na análise da significação, como porque se constituiu em uma bem-sucedida tentativa teórica de ultrapassar o não historicismo da pesquisa estrutural.
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “Introdução à Semanálise”, de Julia Kristeva, publicado pela editora Perspectiva, em 2020 e com 400 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: Perspectiva
Páginas: 400
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8527308800
ISBN13: 9788527308809
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,422
- Altura (cm): 22,50
- Largura (cm): 12,50
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
