
Título: Introdução à Soma
Autor: Mata da
Sinopse: "Introduc¸a~o a` Soma: terapia e pedagogia anarquista do corpo" trata de um processo terape^utico corporal realizado em grupo, que busca no pensamento anarquista uma cri´tica a`s mais variadas formas de poder impregnadas no comportamento individual e nas relac¸o~es sociais. O grupo de terapia funciona como um micro-laborato´rio social, no qual se desenvolve uma ana´lise liberta´ria do comportamento de cada um a partir da relac¸a~o junto ao outro. Dai´ sua originalidade: terapia como criac¸a~o e afirmac¸a~o de si, em que a construc¸a~o das pra´ticas de liberdade e´ o anti´doto para combater os conflitos gerados pelas relac¸o~es sociais hierarquizadas. A somaterapia ou apenas Soma e´ um processo terape^utico-pedago´gico, realizado em grupo e com e^nfase na articulac¸a~o entre o trabalho corporal e o uso da linguagem verbal. Foi criada no Brasil pelo escritor e terapeuta Roberto Freire, a partir da obra de Wilhelm Reich e sua pesquisa sobre corpo e emoc¸a~o.
Contexto da obra
Na Psicologia, livros como este costumam interessar tanto pela formação quanto pela reflexão que propõem. “Introdução à Soma”, de Mata da, publicado pela editora Editora Circuito, em 2020 e com 106 páginas, integra a categoria Livros de Psicologia. Esse enquadramento ajuda a situar melhor a obra entre leitura acadêmica, interesse clínico e reflexão sobre experiência humana.
Editora: Editora Circuito
Páginas: 106
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8595820554
ISBN13: 9788595820555
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,250
- Altura (cm): 19,10
- Largura (cm): 12,70
- Espessura (cm): 0,90
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Circuito convidam o leitor a explorar territórios onde arte, cultura e pensamento se entrelaçam de forma densa e reflexiva. A experiência de leitura é marcada por narrativas que transitam entre o ensaio crítico, a poesia experimental e relatos que dialogam com questões sociais e políticas contemporâneas, muitas vezes a partir de perspectivas sensoriais e corporais. O tom varia entre o contemplativo e o provocativo, com textos que desafiam categorias fixas e estimulam múltiplas interpretações. O catálogo sugere um interesse constante pela investigação da arte em seus mais diversos modos de atuação, incluindo práticas coletivas, espaços alternativos e o cruzamento entre estética e ativismo.
