
Título: Inútil poesia e outros ensaios breves
Autor: Leyla Perrone-Moisés
Sinopse: A definição que melhor convém a Leyla Perrone-Moisés seria: alguém que ama a literatura e deseja comunicar a outros esse amor. Os 43 ensaios breves reunidos em Inútil poesia foram selecionados, pela autora, dentre os mais de duzentos que ela escreveu ao longo dos anos e, em particular, dentre os publicados nas duas últimas décadas. Aqui estão La Fontaine, Fernando Pessoa, Francis Ponge, Paulo Leminski, Mallarmé, Camilo Pessanha, Balzac, Saramago, Flaubert, Guimarães Rosa, Mário de Andrade, Proust, Clarice Lispector e Roland Barthes, entre muitos outros nomes. Todos esses autores mostraram, cada um à sua maneira, que a literatura pode ser sábia e prazerosa. Este é, assim, um livro para leitores sensíveis e exigentes. Leitores que buscam e encontram, na obra literária, a linguagem liberta de sua ganga utilitária e elevada ao maior grau de significação.
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “Inútil poesia e outros ensaios breves”, de Leyla Perrone-Moisés, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2000 e com 368 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 368
Ano: 2000
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535900527
ISBN13: 9788535900521
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,460
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,90
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
