
Título: Inventando Nossos Selfs: Psicologia, Poder e Subjetividade
Autor: Rose Nikolas
Sinopse: Trata-se de um precioso trabalho de conexão de ferramentas conceituais de Michel Foucault, Gilles Deleuze, Felix Guattari e Bruno Latour para pensar a psicologia, sem excluir suas próprias reflexões para o campo. Mas este texto não se basta aos interessados em uma reflexão crítica renovada sobre a psicologia. Ao refletir sobre a história do nosso self, sobre os mecanismos de produção de subjetividade e os modos de governo liberais, oferece-se como uma instigante reflexão sobre a nossa atualidade que interessa a pesquisadores e estudantes não apenas em psicologia e ciências sociais, mas à filosofia, história,comunicação, pedagogia, serviço social e saúde coletiva.
Contexto da obra
Na Psicologia, livros como este costumam interessar tanto pela formação quanto pela reflexão que propõem. “Inventando Nossos Selfs: Psicologia, Poder e Subjetividade”, de Rose Nikolas, publicado pela editora Editora Vozes, em 2011 e com 312 páginas, integra a categoria Livros de Psicologia. Esse enquadramento ajuda a situar melhor a obra entre leitura acadêmica, interesse clínico e reflexão sobre experiência humana.
Editora: Editora Vozes
Páginas: 312
Ano: 2011
Edição: Psicologia
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8532642195
ISBN13: 9788532642196
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,340
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 13,70
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Vozes oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e acessibilidade, com foco em temas religiosos, filosóficos e sociais. A maior parte das obras dialoga com a tradição cristã, especialmente o catolicismo, abordando desde fundamentos teológicos e hermenêuticos até reflexões sobre espiritualidade e práticas pastorais. Além disso, o catálogo inclui textos que exploram a antropologia cultural, sociologia da religião e educação, com uma linguagem que varia entre o didático e o ensaístico, sempre com atenção ao contexto histórico e cultural. Há obras que propõem exercícios práticos, como vivências para o desenvolvimento pessoal, e outras que se dedicam à análise crítica e interdisciplinar, indicando um equilíbrio entre abordagens mais narrativas e outras mais informativas.
