
Título: Inverno em Sokcho
Autor: Elisa Shua Dusapin
Sinopse: Sokcho é a paisagem imóvel, a folha em branco sobre a qual será desenhado inquietante relacionamento entre a recepcionista de uma pousada decadente e um cartunista francês, que chegara ao balneário em busca de inspiração. É inverno, e o frio desacelera tudo: as acomodações estão calmas, as ruas, vazias e úmidas e os mal-entendidos, suspensos. A tinta escorre sobre o papel, implacável. Um vínculo frágil se estabelece entre esses dois seres de culturas tão distintas. Juntos, os dois partem em pequenas viagens de reconhecimento da paisagem desolada. À medida que se apresentam os traços desse encontro, revelam-se passados, comportamento se desejos, como obstáculos para o reconhecimento puro e simples. Este romance, delicado como neve sobre espuma, transporta o leitor para um universo de rara riqueza e originalidade, com uma atmosfera poderosa. Em seu premiado livro de estreia, Elisa Shua Dusapin apresenta ao leitor cenários e costumes de um lugar ao mesmo tempo estranho e familiar, como as pessoas. E personagens que merecem ser explorados, como os lugares.
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “Inverno em Sokcho”, de Elisa Shua Dusapin, publicado pela editora Editora Âyiné, em 2020 e com 150 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: Editora Âyiné
Páginas: 150
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6586683424
ISBN13: 9786586683424
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,150
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 12,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Âyiné convidam a uma imersão em temas densos e variados, com narrativas que transitam entre o ensaio, a crônica e a reflexão filosófica. A experiência de leitura é marcada por textos que exploram histórias pessoais e coletivas, frequentemente em contextos históricos e culturais complexos, como a Ásia Central pós-soviética ou a memória da guerra e da migração. O tom costuma ser sóbrio, com linguagem precisa e ritmo que privilegia a contemplação e o aprofundamento, sem pressa, mesmo quando o tema é intenso ou político. O catálogo sugere um interesse por abordagens que combinam rigor intelectual com uma sensibilidade literária, incluindo relatos autobiográficos, análises culturais e reflexões poéticas. Em alguns casos, há um diálogo entre passado e presente, entre memória e identidade, que se manifesta em textos que mesclam narrativa e ensaio.
