
Título: Invisibilidade Coletiva
Autor: Carlos Machado
Sinopse: A invisibilidade é uma das armas mais importantes que temos para a sobrevivência social. Porém, ela pode ser, por outro lado, bastante dolorosa e causar uma amargura infinita nas pessoas. Portanto, como aceitar a não-existência coletiva como parte da nossa vida? Dentro desta perspectiva, os contos de “Invisibilidade coletiva”, de Carlos Machado, nos empurram para uma situação de incômodo diante de personagens por vezes amargurados e azedos, sarcásticos e irônicos, mas também sensíveis e carismáticos. O autor nos convida a não perder o fio da meada: “acompanhe o gato sorrateiramente jogando o novelo de lã que ele encontrou atrás do sofá para lá e para cá, tal quando uma joaninha é jogada de folha em folha pelo vento. O importante é tentar se equilibrar ao máximo nessa linha do começo ao fim, entende? E mesmo que quase caia, procure dar o passo para frente”. … A invisibilidade, tão bem construída por Carlos Machado em cada um dos contos – como se fossem as nossas sombras –, é a única coisa que nos torna iguais. (Jonatan Silva)
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Invisibilidade Coletiva”, de Carlos Machado, publicado pela editora Patuá, em 2024 e com 192 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Patuá
Páginas: 192
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6558648482
ISBN13: 9786558648482
Sobre a editora
Os livros da editora Patuá convidam o leitor a navegar por universos literários que exploram a intensidade das emoções e a complexidade das relações humanas, muitas vezes atravessadas por temas como memória, identidade e transformação. A leitura costuma oscilar entre o lírico e o inquietante, com narrativas que transitam entre o realismo poético e o fantástico, sem abrir mão de um tom reflexivo e, por vezes, melancólico. A prosa e a poesia se entrelaçam em textos que desafiam a linearidade, valorizando a fragmentação e a experimentação formal. O catálogo revela obras que dialogam com questões sociais atuais, como sexualidade, violência e silêncio, sempre com uma escrita que privilegia a densidade afetiva e o ritmo cadenciado.
