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Irmão de alma

Título: Irmão de alma

Autor: David Diop

Sinopse: Certa manhã da Grande Guerra, o capitão Armand determinou o ataque contra o inimigo alemão. Os soldados avançam. Em suas fileiras, Alfa Ndiaye e Mademba Diop, dois escaramuçadores senegaleses, entre todos aqueles que lutavam sob a bandeira francesa. Poucos metros depois de ter saltado da trincheira, Mademba cai, ferido de morte, sob os olhos de Alfa, seu amigo de infância, seu mais que irmão.Alfa se encontra sozinho na loucura do grande massacre, sua razão foge. Ele, o camponês africano, distribuirá a morte nesta terra sem nome. Desapegado de tudo, inclusive de si mesmo, ele espalha sua própria violência, semeia o medo, a ponto de assustar seus companheiros. Sua evacuação para a retaguarda é o prelúdio para uma lembrança de seu passado na África, um mundo inteiro perdido e ressuscitado, cuja convocação é a resistência final e esplêndida à primeira carnificina da era moderna.

Contexto da obra

Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Irmão de alma”, de David Diop, publicado pela editora Editora Nós, em 2021 e com 128 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.

Editora: Editora Nós

Páginas: 128

Ano: 2021

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 6586135044

ISBN13: 9786586135046

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,200
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 13,00
  • Espessura (cm): 1,00

Sobre a editora

Os livros da editora Editora Nós convidam o leitor a um mergulho em universos literários que transitam entre o coloquial e o experimental, o íntimo e o social. A oralidade periférica, a poesia que dialoga com o concreto e o manifesto, e narrativas que exploram a subjetividade em múltiplas vozes são marcas recorrentes. O catálogo revela uma atenção especial a temas como a resistência cultural, o feminismo crítico, e a complexidade das relações humanas em contextos contemporâneos, muitas vezes tensionados por violência, exclusão ou memória. A escrita varia do tom visceral e urgente ao lírico e sensorial, com ritmo que pode ser tanto vertiginoso quanto meditativo, dependendo da obra. Em alguns casos, há uma aposta clara na experimentação formal, seja pela fragmentação narrativa ou pelo uso de grafismos e diálogos internos.

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