
Título: Island of Ghosts
Autor: Gilliam Bradshaw
Sinopse: Ariantes is a Sarmatian, a barbarian warrior-prince, uprooted from his home and customs and thrust into the honorless lands of the Romans. The victims of a wartime pact struck with the emperor Marcus Aurelius to ensure the future of Sarmatia, Ariantes and his troop of accomplished horsemen are sent to Hadrians`s Wall. Unsurprisingly, the Sarmatians hate Britain - an Island of Ghosts, filled with pale faces, stone walls, and an uneasey past. Struggling to command his own people to defend a land they despise, Ariantes is accepted by all, but trusted by none. The Romans fear his barbarian background, and his own men fear his gradual Roman assimilation. When Ariantes uncovers a conspiracy sure to damage both his Roman benefactors and his beloved countrymen, as well as put him and the woman he loves in grave danger, he must make a difficult decision - one that will change his own life forever.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Island of Ghosts”, de Gilliam Bradshaw, publicado pela editora TOR, em 1998 e com 372 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: TOR
Páginas: 372
Ano: 1998
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0812545141
ISBN13: 9780812545142
Sobre a editora
Os livros da editora Tor frequentemente transportam o leitor para universos complexos onde conflitos de larga escala se desenrolam, como guerras religiosas, disputas políticas e crises interplanetárias. A narrativa costuma equilibrar ação e tensão com personagens que enfrentam dilemas morais profundos, em cenários que vão desde mundos futuristas e pós-apocalípticos até ambientes urbanos alternativos. O ritmo varia entre histórias de aventura intensa e tramas mais introspectivas, com um tom que ora é sombrio e dramático, ora traz toques de humor e leveza, especialmente em enredos que exploram a vida e a morte sob perspectivas originais. Esse equilíbrio sugere uma preferência editorial por ficção especulativa que desafia o leitor a refletir sobre poder, identidade e sobrevivência.
