
Título: Jacaré, não!: ebook
Autor: Antonio Prata
Sinopse: "Todo dia bem cedinho a Luiza acorda, tira o pijama e veste a roupa. Ela veste a calcinha, veste a calça, veste a meia, veste a camiseta, veste o casaco e veste o... Jacaré! Jacaré? Não! Jacaré não é roupa, jacaré é bicho! Que maluco!". Com uma estrutura simples, o cronista Antonio Prata provoca o riso ao descrever cenas que seriam corriqueiras, não fosse a inesperada presença de um jacaré. A experiência com seus dois filhos pequenos fez o autor refletir sobre o que faz as crianças dessa idade darem risada, descobrindo que o aparecimento de um elemento estranho em uma enumeração ordenada de objetos familiares tem esse efeito. Daí nasceu o livro, que brinca com a ideia de um jacaré surgir em meio a atividades cotidianas, como tomar banho e ir à escola. Sorrateiramente, o curioso animal aparece no universo infantil e transforma completamente a normalidade da cena anterior. A narrativa vem acompanhada de ilustrações criativas que mesclam realidade e fantasia. Com texto envolvente e desenhos chamativos que despertam a curiosidade, o livro contribui para a formação visual e literária de novos leitores e é indicado para crianças de 1 a 4 anos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Jacaré, não!: ebook”, de Antonio Prata, publicado pela editora Ubu Editora, em 2018 e com 26 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Ubu Editora
Páginas: 26
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Ubu Editora convidam o leitor a um mergulho em temas densos e contemporâneos, que transitam entre a filosofia, a psicanálise, a crítica social e a reflexão política. A experiência de leitura costuma ser marcada por uma linguagem cuidadosa, que equilibra rigor conceitual e acessibilidade, como se vê em obras que discutem desde a ética da inteligência artificial até questões de identidade e resistência cultural. O catálogo sugere uma preferência por textos que combinam análise crítica com narrativas que provocam o pensamento, muitas vezes atravessadas por tensões entre teoria e vivência, história e atualidade. Há também um cuidado editorial perceptível na apresentação visual e no formato, como em edições que valorizam o diálogo entre texto e imagem, reforçando o aspecto contemplativo e reflexivo da leitura.
