
Título: Jacques, o Fatalista, e Seu Amo
Autor: Denis Diderot
Sinopse: Denis Diderot (1713 — 1784) foi um filósofo e escritor francês. Um dos notáveis do iluminismo. É conhecido por ter sido o cofundador, editor chefe e colaborador da Encyclopédie, junto com Jean le Rond d'Alembert. Diderot foi um polímata: filósofo, crítico e ensaísta político. Talvez por isso desconfie da forma do romance, tratando-o como comédia. Jacques, o fatalista e seu Amo, que Diderot escreveu em torno de 1770 mas nunca publicou em vida, foi um desvio curioso para uma zona paralela de pensamento filosófico na qual os denominados "problemas existenciais" podem ser encenados como farsas de autoexpressão e histórias. O grande trunfo da obra é levar o leitor, de forma leve e divertida, a um questionamento filosófico sempre vivo: Afinal, seremos ou não autores de nossa existência?. Jaques o Fatalista faz parte da famosa coletânea; 1001 livros para ler antes de morrer.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Jacques, o Fatalista, e Seu Amo”, de Denis Diderot, publicado pela editora Lebooks Editora, em 2020 e com 242 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Lebooks Editora
Páginas: 242
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6587921248
ISBN13: 9786587921242
Sobre a editora
Os livros da editora Lebooks Editora conduzem o leitor por uma experiência que combina rigor intelectual e narrativa envolvente, transitando entre biografias de figuras históricas, clássicos da literatura e obras filosóficas. O catálogo privilegia textos que exploram temas como a condição humana, a ética, e a crítica social, muitas vezes com um tom reflexivo e denso, mas também com momentos de humor e sátira. Há uma clara valorização de obras que dialogam com questões universais, como a luta pela sobrevivência, a busca por sentido e a análise crítica de sistemas econômicos e sociais. O ritmo das obras varia entre narrativas mais contemplativas e outras com tensão crescente, como relatos de conflitos e desafios humanos, o que sugere um público leitor interessado em reflexões profundas e histórias marcantes.
