
Título: Jean-Christophe - Volume 2
Autor: Romain Rolland
Sinopse: Jean-Christophe é um conjunto de 10 romances que podem ser lidos separadamente â?? assim eles foram publicados em sua primeira edição. Ao longo de mais de 2.200 páginas, Romain Rolland desenvolve a biografia imaginária de Jean-Christophe Krafft, um gênio da música, do nascimento à morte, traçando um amplo quadro sócio-polÃtico da última metade do Século XIX, â??uma época de decomposição moral e social da Françaâ?. Personagem parcialmente baseado em Ludwig van Beethoven, de quem, aliás, Rolland escreveu uma biografia, Jean-Christophe é um herói criado para â??ver e julgarâ? a sua época, agindo não pelo pensamento ou pela força mas pelo coração. E, na verdade, Rolland vê e julga pelos olhos e palavras de seu alter ego, com comentários corajosos sobre música, artes plásticas, literatura, poesia e costumes.
Contexto da obra
Na área de Antiguidades e Colecionáveis, livros como este costumam interessar pelo valor de consulta e repertório. “Jean-Christophe – Volume 2”, de Romain Rolland, publicado pela editora BIBLIOTECA AZUL - GLOBO, em 2012 e com 544 páginas, integra a categoria Livros de Antiguidades e Colecionáveis. Na prática, isso ajuda a situar o livro entre consulta, memória material e repertório especializado.
Editora: BIBLIOTECA AZUL - GLOBO
Páginas: 544
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8525041963
ISBN13: 9788525041968
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,600
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,80
Sobre a editora
Os livros da editora BIBLIOTECA AZUL - GLOBO oferecem uma experiência de leitura marcada por narrativas densas e multifacetadas, que transitam entre o existencialismo fragmentado e a crônica histórica com nuances críticas. O catálogo revela um interesse por obras que exploram conflitos humanos em contextos sociais e políticos complexos, como guerras, regimes autoritários e transformações culturais, muitas vezes a partir de perspectivas pouco convencionais. A linguagem pode variar do humor ácido à prosa reflexiva, com ritmo que ora se mostra tenso e urgente, ora contemplativo e introspectivo. Há também espaço para narrativas que celebram a diversidade cultural e para relatos que investigam memórias pessoais e coletivas, sempre com um tom que convida à reflexão profunda.
