
Título: Jejum: o que é, como Se Faz
Autor: Patrício Sciadini
Sinopse: Para que jejuar? Para que os outros não passem dificuldades e tenham o necessário; para que a justiça e o bem triunfem, e o reino da paz e da justiça se estabeleça entre nós; para preparar-nos no combate contra todas as manifestações do mal e treinar para que nos momentos certos estejamos prontos para a luta; para não compartilhar com a filosofia que destrói os valores da humanidade e só visa ao bem-estar de poucas pessoas. O jejum é um processo de conversão, de encontro consigo mesmo, com os outros e com Deus. É um sair de si, dos próprios interesses e do comodismo. Esse êxodo talvez seja difícil e doloroso às vezes, mas não nos esqueçamos de que para fixar a tenda na Terra Prometida é necessário atravessar o deserto.
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “Jejum: o que é, como Se Faz”, de Patrício Sciadini, publicado pela editora Edições Loyola, em 1999 e com 80 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 80
Ano: 1999
Edição: 6
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 851501887X
ISBN13: 9788515018871
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,073
- Altura (cm): 17,00
- Largura (cm): 12,00
- Espessura (cm): 0,50
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
