
Título: Jesus, Símbolo de Deus (Repensar)
Autor: Roger Haight
Sinopse: A idéia de base é de que a teologia se elabora a partir de quatro elementos díspares, que deve seguir, cada um deles, a sua própria lógica, a saber: fé, revelação, Escritura e experiência religiosa, que Haight coloca sob o tópico de "símbolos religiosos". A teologia não é senão um esforço de interpretação conjunta do que se aufere da interpretação de cada um desses elementos, portanto, seu método é, em última análise, um método de correlação, na expressão adotada por Paul Tillich. De fato, o método de fazer teológico é um método de correlação, alcançando um resultado para o qual convergem todos os quatro elementos. A clareza com que são expostas e resolvidas as grandes questões do método em teologia recomenda o estudo da obra a todos que se empenham nas reflexões religiosas a partir da fé, ou mesmo, na perspectiva hoje muito significativa, do fenômeno religioso em sua generalidade.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Jesus, Símbolo de Deus (Repensar)”, de Roger Haight, publicado pela editora Paulinas, em 2005 e com 576 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Paulinas
Páginas: 576
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Paulinas costumam apresentar uma linguagem acessível e um cuidado especial com a clareza, seja na releitura contemporânea de textos sagrados ou na abordagem de temas espirituais e sociais. A experiência de leitura frequentemente convida a uma reflexão profunda sobre fé, promoção humana e transformação pessoal, com narrativas que transitam entre o didático e o poético. O catálogo inclui obras que dialogam com públicos variados, desde crianças e jovens até adultos interessados em catequese, espiritualidade e questões sociais, sempre com um tom que mescla simplicidade e profundidade. A diversidade editorial se manifesta em textos que vão do relato pessoal e histórico a propostas pedagógicas e à literatura infantojuvenil, com um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto narrativo.
