
Título: Jimi Hendrix: Domador de Raios
Autor: Ana Maria Bahiana
Sinopse: No verão de 1967, os hippies estavam na capa da revista Time. A música dessa nova tribo fala sozinha pela primeira vez no Festival de Monterey. Vestido como um príncipe, em cetim e plumas, Jimi Hendrix toca com todo o seu corpo e com todo o corpo do instrumento: barra de trêmulo, pedal wha-wha, microfonia, tudo é música em seus ouvidos. Ele manobra o ruído como um surfista experiente, aproxima a guitarra dos amplificadores, provoca, dança. Com pulsações orgásmicas, suas mãos encharcam o ar de som, tensão e ritmo. Gozo e dor, delírio e horror, o ato completo. Coisa selvagem. Prometeu amaldiçoado por trazer o fogo dos céus aos homens, destinado a arder na chama do seu sol interior, Jimi Hendrix é presença eterna, arquetípica. Não apenas o músico que subverteu regras, mas o jogador sem limites, feroz, terremoto constante, pra quem havia paredes altas demais à sua volta. Ele queria beijar o céu.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Jimi Hendrix: Domador de Raios”, de Ana Maria Bahiana, publicado pela editora Brasiliense, em 1984 e com 93 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Brasiliense
Páginas: 93
Ano: 1984
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora BRASILIENSE convidam a uma imersão em temas históricos, sociais e culturais com abordagem analítica e narrativa densa. O catálogo privilegia obras que exploram desde a formação das cidades e sistemas econômicos até movimentos sociais e transformações políticas, sempre com um olhar crítico e fundamentado. A leitura costuma exigir atenção aos processos históricos e sociais, com textos que mesclam didatismo e reflexão, abordando desde o feudalismo até a industrialização e lutas operárias. Há também espaço para narrativas que exploram memórias pessoais e coletivas, às vezes com um tom mais intimista ou literário, o que indica uma diversidade que vai do ensaio histórico ao relato ficcional e poético.
