
Título: Joana D'arc ou O Jogo das Sombras
Autor: Helena Almeida Pimenta
Sinopse: Neste texto dramático, respeitando a veracidade dos factos (datas, nomes, declarações de Joana durante o julgamento), não se pretende apenas recriar um acontecimento de relevância histórica, mas sim entrecruzar dois planos fundamentais neste acontecimento histórico específico: o sagrado e o profano. «Está tão escuro... Caem as névoas da guerra sobre o divino reino de Fança. As gentes perderam as almas na tristeza e no sangue que desagua em imaginários afluentes do Sena. A fome é o demónio dos crentes que procuram no poder dos ingleses o manjar da traição... O rei de França esqueceu-se que a um rei é devido reinar! Ah! Sinto uma brisa!... Talvez seja a luz que vem na madrugada!»
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Joana D’arc ou O Jogo das Sombras”, de Helena Almeida Pimenta, publicado pela editora Vega, em 1998 e com 120 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vega
Páginas: 120
Ano: 1998
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9726996384
ISBN13: 9789726996385
Sobre a editora
Os livros da editora Vega oferecem uma leitura que transita entre o rigor histórico e a reflexão filosófica, com narrativas que exploram tanto acontecimentos políticos complexos quanto questões culturais e literárias. O catálogo privilegia textos densos, como traduções diretas de clássicos e análises críticas, ao lado de relatos biográficos e históricos que desvendam episódios pouco conhecidos da política e da sociedade. O ritmo varia entre obras de leitura mais pausada e densa, e outras que apresentam capítulos curtos e envolventes, criando um equilíbrio entre profundidade e acessibilidade. A linguagem tende a ser cuidadosa e precisa, destinada a leitores que buscam compreensão detalhada, seja em temas políticos, filosóficos ou literários. Em meio a essa diversidade, há um interesse recorrente por temas de poder, memória e identidade cultural, que se manifestam tanto em ensaios quanto em narrativas ficcionais e documentais.
