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João Guimarães Rosa

Título: João Guimarães Rosa

Autor: Donaldo Schüler

Sinopse: O Épico em Grande Sertão:Veredas — ensaio de Donaldo Schüler é um dos capítulos do livro "João Guimarães Rosa" editado pela Faculdade de Filosofia da UFRGS em 1969: "Grande Sertão: Veredas" contém personagens cujos traços físicos e morais “filiam indubitavelmente o romance à tradição épica. Riobaldo, à maneira de Homero, se refere aos seus heróis como representantes de uma raça deasaparecida — nascida em outros tempos, eram mais fortes do que os homens de agora”. (...) "parece-nos incorreto apontar como fontes do romance a Idade Média de além-mar antes de esgotar a nossa própria Idade Média" que “no Brasil está viva nos nossos arcaísmos lingüísticos e no folclore”. (...) “Grande Sertão:Veredas tem aspectos épicos em maior número do que os aqui analisados. Estes aspectos épicos enraízam numa importante tradição literária brasileira popular e erudita. Contudo, “Grande Sertão: Veredas não é uma epopéia. Riobaldo, narrador e personagem central, anda em busca do sentido do mundo e de si mesmo. Esta indagação (que está no núcleo central da obra) faz de “Grande Sertão: Veredas um romance”. O Autor afirma ser estéril o debate sobre ser ou não, Grande Sertão: Veredas, uma epopéia. Isso não lhe interessa. Para ele o que importa é compreender a obra.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “João Guimarães Rosa”, de Donaldo Schüler, publicado pela editora Edições da Faculdade de Filosofia / UFRGS / Livraria e Editora Sul-Brasileira, em 1969 e com 139 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Edições da Faculdade de Filosofia / UFRGS / Livraria e Editora Sul-Brasileira

Páginas: 139

Ano: 1969

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Donaldo Schuler revela um autor que transita entre o rigor filosófico e a inventividade literária, ora contemplativo, ora crítico. Sua prosa pode ser densa e reflexiva, especialmente quando aborda temas como identidade cultural, tradição literária e a relação entre centro e periferia, mas também se abre para o lúdico e o poético, como nas adaptações que brincam com a linguagem e o ritmo. A experiência é marcada por uma tensão entre o passado e o presente, entre o universal e o local, convidando o leitor a pensar a literatura e a cultura de forma ampla e interligada. Os livros de Donaldo Schuler costumam exigir atenção ao detalhe e ao entrelaçamento de ideias, mas recompensam com uma visão multifacetada da realidade e da arte.

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