
Título: Joaquim Callado, pai do Choro
Autor: ANDRE DINIZ
Sinopse: Precursor de flautistas da linhagem de Pixinguinha, Callado foi o criador de um gênero musical tipicamente carioca: o choro. Mas a história de vida do compositor, nascido em 1848 e que viveu apenas 32 anos, ainda é pouco conhecida. Amigo e incentivador de Chiquinha Gonzaga e considerado um rouxinol por Machado de Assis, Callado fundou o primeiro grupo de choro do país e estabeleceu a formação definitiva dos conjuntos de chorões: flauta, cavaquinho e dois violões. Rica em imagens, essa biografia oferece ainda um panorama do choro desde a sua retomada na década de 1970, além de um inventário dos discos com as melodias do criador de “A flor amorosa”. E ainda inclui: • Prefácio de Edinha Diniz, biógrafa de Chiquinha Gonzaga. • Lista atualizada de composições atribuídas a Callado e CDs com sua obra (disponíveis no mercado). • Livros de referência sobre a história do choro e temas afins.
Contexto da obra
Nas biografias, obras como esta costumam chamar atenção pelo encontro entre trajetória pessoal e contexto histórico. “Joaquim Callado, pai do Choro”, de ANDRE DINIZ, publicado pela editora Zahar, em 2007 e com 180 páginas, integra a categoria Livros de Biografias. Por isso, o livro tende a ganhar mais profundidade quando o leitor observa também o mundo que se desenha ao redor da trajetória narrada.
Editora: Zahar
Páginas: 180
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8537800856
ISBN13: 9788537800850
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,190
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Zahar costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com uma linguagem acessível, mesmo em temas complexos como filosofia, psicanálise e história. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram o pensamento crítico e reflexivo, abordando desde biografias detalhadas e ensaios filosóficos até análises sociais e culturais. A narrativa frequentemente se apoia em investigações profundas, com ritmo que varia entre o didático e o contemplativo, convidando o leitor a um mergulho atento e prolongado em temas que vão da modernidade líquida às raízes do pensamento social. A diversidade do material indica que há tanto textos mais densos e conceituais quanto obras que privilegiam a clareza e a objetividade, sem perder a complexidade dos assuntos tratados.
