
Título: Joaquim Nabuco
Autor: Ricardo Salles
Sinopse: Ampliação de trabalho vencedor do Concurso Nacional de Ensaios sobre Joaquim Nabuco, promovido pelo Ministério da Cultura e pela Fundação Nestlé em 1999, este livro é contribuição fundamental ao entendimento da obra do líder abolicionista. Ele indaga sobre as tradições e os contextos históricos que balizaram a vida pública e a obra de Nabuco, e também sobre de que modo a última ainda pode iluminar criticamente a vida nacional. Como Nabuco, que dizia pensar melhor em francês, produziu a obra de referência obrigatória sobre o Segundo Reinado? Representante da aristocracia imperial, como pôde lutar pelo fim da escravidão? Por que o abolicionista da primeira hora manteve-se monarquista, e não aderiu ao republicanismo? Por que, apesar de monarquista, decidiu, mais tarde, servir como diplomata à República triunfante? São estas perguntas, entre muitas outras, que Ricardo Salles busca responder, com base num amplo domínio das fontes e da bibliografia existente.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Joaquim Nabuco”, de Ricardo Salles, publicado pela editora Topbooks, em 2002 e com 343 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Topbooks
Páginas: 343
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8574750603
ISBN13: 9788574750606
Sobre a editora
Os livros da editora TOPBOOKS convidam a uma leitura que transita entre o ensaio crítico, a poesia e a narrativa histórica, com frequente atenção às tensões entre passado e presente. O catálogo revela obras que exploram desde dilemas existenciais e conflitos afetivos até análises políticas e econômicas, sempre com um tom que varia entre o reflexivo e o denso, sem perder a clareza. Há uma presença marcante de textos que mesclam rigor acadêmico com linguagem acessível, além de narrativas que investigam a condição humana por meio de personagens complexos e situações-limite. Essa diversidade sugere uma curadoria que privilegia o diálogo entre literatura, filosofia e ciências sociais, com um ritmo que pode ser tanto meditativo quanto envolvente.
