
Título: Jogo de damas
Autor: Myriam Campello
Sinopse: Fora de catálogo há pelo menos 10 anos, esta nova edição do romance “Jogo de Damas”, da escritora Myriam Campello, traz de volta aos leitores uma tragédia que infelizmente ainda permanece vigente: as vítimas de ataques de pitbull, uma raça de cães marcada pela brutal ferocidade, muitas vezes potencializada por donos irresponsáveis. Numa história que mistura drama e suspense, tecida por um texto impecável e inteligente, o leitor se verá envolvido num jogo de vingança pelo qual a personagem principal, uma mãe transtornada pela perda da filha, busca fazer justiça pelas próprias mãos. A menina de apenas quatro anos morreu após um ataque feroz de um pitbull, que a estraçalhou enquanto ela brincava numa pracinha. “Não vai ficar assim”, sentencia Júlia, a mãe dilacerada por essa tragédia, da qual nasce seu desejo de vingança. “Olho por olho, dente por dente.” O ditado popular nunca fez tão sentido quanto nestas páginas agora reeditadas. Conseguirá essa mãe se vingar do animal cujos dentes pontiagudos trituram a vida de sua filha? Somente acompanhando esse suspense até o fim para saber.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Jogo de damas”, de Myriam Campello, publicado pela editora Editora Penalux, em 2024 e com 198 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editora Penalux
Páginas: 198
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9786558626114
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Penalux oferecem uma experiência literária marcada por uma forte presença da poesia e da prosa reflexiva, com um foco evidente na exploração da subjetividade humana e das emoções. Muitas obras convidam o leitor a um mergulho íntimo, seja por meio de versos que abordam temas como a existência feminina, a morte, a memória e o luto, ou por narrativas que transitam entre o real e o subjetivo, com uma linguagem que ora é lírica e sensorial, ora analítica e crítica. O catálogo sugere uma preferência por textos que valorizam o lirismo e a densidade emocional, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto pulsante, e que frequentemente propõem uma reflexão sobre o tempo, a identidade e as relações humanas.
