
Título: John Constantine / Hellblazer: Demoníaco, Vol. 2: Massa Crítica
Autor: Paul Jenkins, Sean Phillips
Sinopse: O Primeiro dos Caídos foi derrotado, mas não está morto! Um demônio com um voraz apetite por almas infantis foi afetado pela queda do outrora soberano e agora alimenta um ambicioso plano para recuperar o Primeiro e realinhar o equilíbrio de poder no Inferno… mas, para atingir seu objetivo, precisa de uma alma muito especial! Enquanto isso, John Constantine encara uma terrível memória do passado enquanto as forças infernais voltam a maquinar planos que envolvem sua pessoa. E, desta vez, apenas astúcia e sagacidade podem não ser sufi cientes pra evitar a danação eterna! O segundo volume de John Constantine, Hellblazer Demoníaco continua a fase de PAUL JENKINS (Spectacular Spider-Man) nos roteiros de Constantine, com arte de SEAN PHILLIPS (Criminal). Este volume reúne as edições 91 a 96 da série John Constantine, Hellblazer.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “John Constantine / Hellblazer: Demoníaco, Vol. 2: Massa Crítica”, de Paul Jenkins, Sean Phillips, publicado pela editora Panini Comics, em 2016 e com 156 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Panini Comics
Páginas: 156
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 7897653527069
Sobre a editora
Os livros da editora Panini Comics trazem histórias que transitam entre o heroísmo clássico e conflitos contemporâneos, com foco em personagens icônicos enfrentando desafios pessoais e ameaças globais. A leitura costuma envolver narrativas de ação com ritmo dinâmico, muitas vezes ambientadas em cidades modernas ou cenários cósmicos, onde alianças e rivalidades se desenrolam com tensão constante. O catálogo apresenta uma predominância de quadrinhos no formato americano, frequentemente combinando elementos de suspense, batalhas épicas e dilemas morais. Há obras que privilegiam o desenvolvimento de grupos e equipes, enquanto outras exploram confrontos mais individuais e introspectivos, criando um equilíbrio entre histórias mais narrativas e outras com tom mais direto e visual.
