
Título: John Woo: Interviews (Conversations with Filmmakers Series)
Autor: Robert K. Elder
Sinopse: Director John Woo (b. 1946) reinvented the modern action movie and helped open the door for Asian filmmakers to the Western world. His hyper-violent, highly choreographed style made him a box office powerhouse, a respected auteur, and a revered figure among fellow directors.
First discovered by Western audiences through his Hong Kong films The Killer and Hard Boiled, Woo introduced the world to a new brand of psychologically frenzied action film. After coming to the United States in the early 1990s, Woo produced a trilogy of hard-charging action films--Broken Arrow, Face/Off, and Mission: Impossible II--that were both popular and critically acclaimed. But Woo's signature bullet ballets, his kinetic, blood-spattered action sequences, represent a dichotomy in the director's philosophy. John Woo: Interviews reveals a peace-loving, devoutly religious man at odds with his reputation as the master of cinematic violence.
Unprecedented access to the director helped editor Robert K. Elder create in John Woo: Interviews the first authoritative English-language chronicle of Woo's career.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “John Woo: Interviews (Conversations with Filmmakers Series)”, de Robert K. Elder, publicado pela editora University Press of Mississippi, em 2005 e com 208 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: University Press of Mississippi
Páginas: 208
Ano: 2005-09-15
Edição:
Linguagem: en
ISBN: 1578067766
ISBN13: 9781578067763
Sobre a editora
Os livros da editora University Press of Mississippi trazem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com narrativas humanas e culturais profundas. O catálogo revela um interesse constante por personagens reais e fictícios que dialogam com a história e a identidade do sul dos Estados Unidos, explorando desde biografias de artistas e cineastas até estudos sociológicos e relatos de movimentos sociais. O tom varia entre o ensaístico e o narrativo, com obras que equilibram análise crítica e histórias de vida, muitas vezes focadas em comunidades marginalizadas ou em processos culturais específicos. A linguagem tende a ser densa e informativa, mas acessível, convidando leitores interessados em temas históricos, culturais e artísticos a uma imersão reflexiva.
