
Título: Jorge Amado: Uma Cortina Que Se Abre
Autor: Rui Nascimento
Sinopse: Jorge Amado, como muitos intelectuais e artistas surgidos na década de 30, foi um produto típico daquela efervescência política, personagem ativo e precoce no entrechoque das ideologias que incendiariam o mundo. Era um rebelde, por natureza, desde os seus verdes anos. Daí, a sua luta partidária, o proselitismo do seu ideário socialista que levou a algum de seus romances, a vida agitada e perigosa que teve de enfrentar e, em consequência, várias prisões. O que nunca veio ao conhecimento público, apesar de tão biografado, foram suas temporadas sergipanas, em Estância, por imposição da política do Governo Vargas. Como uma pequena e tranquila cidade influiu tanto em sua obra e em sua vida. Esta biografia nasceu com sua autorização e sua bênção.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Jorge Amado: Uma Cortina Que Se Abre”, de Rui Nascimento, publicado pela editora Fundação Casa de Jorge Amado, em 2008 e com 350 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Fundação Casa de Jorge Amado
Páginas: 350
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8572781102
ISBN13: 9788572781107
Sobre a editora
Os livros da editora Fundação Casa de Jorge Amado convidam o leitor a navegar entre poesia, ensaio e reflexão interdisciplinar, com um olhar atento à linguagem e à memória cultural. A experiência de leitura costuma ser marcada por uma densidade poética que dialoga tanto com a tradição literária quanto com abordagens mais experimentais, incluindo recursos gráficos e visuais. O catálogo revela obras que transitam entre o estudo crítico, a criação poética e a valorização da cultura regional, especialmente ligada à Bahia. Em alguns casos, o tom é meditativo e silencioso, enquanto em outros há um humor sutil e uma busca por resgatar memórias pessoais e coletivas. Essa diversidade sugere um público que aprecia textos que desafiam o formato convencional e valorizam a palavra como elemento vivo e multifacetado.
