
Título: Joseph Andrews and Shamela
Autor: Henry Fielding
Sinopse: ‘Kissing, Joseph, is but a Prologue to a Play. Can I believe a young Fellow of your Age and Complexion will be content with Kissing?’ Joseph Andrews, Henry Fielding’s first full-length novel, depicts the many colourful and often hilarious adventures of a comically chaste servant. After being sacked for spurning the lascivious Lady Booby, Joseph takes to the road, accompanied by his beloved Fanny Goodwill, a much-put-upon foundling girl, and Parson Adams, a man often duped and humiliated, but still a model of Christian charity. In the boisterous short tale Shamela, a brilliant parody of Richardson’s Pamela, the spirited and sexually honest heroine uses coyness and mock modesty to catch herself a rich husband. Together these works anticipate Fielding’s great comic epic Tom Jones, with their amiable good humour and pointed social satire.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Joseph Andrews and Shamela”, de Henry Fielding, publicado pela editora Penguin Books, em 1999 e com 432 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin Books
Páginas: 432
Ano: 1999
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9780140433869
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
