
Título: Journey to the Moon
Autor: Savinien de Cyrano de Bergerac
Sinopse: What if the moon were another world for which ours served as the moon? An absurd notion, but one which leads our narrator to travel to a paradisiacal world in which he is a monster, a malfunction of nature, and a myth. The dream quickly becomes a nightmare, however, when the ruling ecclesiastical courts condemn him for his heretical opinions and illicit beliefs. As viewed from the moon, the philosophical, scientific, anthropocentric, and religious certitudes that reign on Earth seem trivial. This masterpiece of Libertine literature emerges as an unprecedented example of relativization and a scathing attack on the values and institutions of 18th-century French society. The real-life Cyrano de Bergerac (16191655), made famous by Edmond Rostand, was a dramatist and poet; in his prose works, he shows himself to be the forerunner to Jules Verne and Johannes Kepler.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Journey to the Moon”, de Savinien de Cyrano de Bergerac, publicado pela editora Hesperus Press, em 2007 e com 124 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Hesperus Press
Páginas: 124
Ano: 2007
Edição: Translatio
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9781843911494
ISBN13: 9781843911494
Sobre a editora
Os livros da editora Hesperus Press costumam explorar narrativas de densidade literária e temática complexa, muitas vezes ambientadas em contextos históricos ou culturais ricos. A experiência de leitura varia entre o suspense psicológico, como em tramas de crime e espionagem, e a reflexão filosófica, presente em obras que questionam normas sociais e identidades. O tom pode oscilar entre o sombrio e o irônico, com textos que ora apresentam um clima tenso e inquietante, ora um humor sutil e até satírico. O catálogo sugere um interesse por personagens que enfrentam dilemas morais profundos, em ambientes que vão do cenário gótico ao cotidiano familiar, sempre com uma linguagem que privilegia o detalhamento e a ambiguidade.
