
Título: Joyce Era Louco?
Autor: Donaldo Schüler
Sinopse: Erasmo de Rotterdam enaltece, em O Elogio da Loucura (Encomium Moriae), a loucura dos artistas, contra deformações da loucura espúria, filha do prazer e do amor livre. Esquirol, o primeiro dos psiquiatras, elenca, no início do século XIX, peculiaridades de maníacos: sensibilidade, ilusões, exaltação, rupturas, ideias soltas, fugazes. Para Diderot, sem um grão de loucura grandes inteligências não há. Atraído pelos artistas desvairados de seu tempo: Breton, Beckett, Fellini, Oshima…, Lacan acompanha atentamente a expressão artística de princípios do século XX. Em contato, ainda jovem, com a inventiva prosa de James Joyce, o inquieto pensador consagrou um ano de seu aplaudido Seminário, realizado em Paris, ao estudo do romancista irlandês. Lacan atribui a estonteante inventividade de Joyce à mania e lembra que o termo deve ser entendido em sentido psiquiátrico. As investigações que intrigaram seus ouvintes nos levam a refletir sobre psicanálise e invenção literária.
Contexto da obra
Na área médica, obras como esta geralmente circulam em contextos de estudo, atualização e apoio técnico. “Joyce Era Louco?”, de Donaldo Schüler, publicado pela editora Ateliê Editorial, em 2022 e com 240 páginas, integra a categoria Livros de Medicina. Na prática, esse contexto ajuda a perceber melhor o valor do livro para estudo, revisão e atualização na área.
Editora: Ateliê Editorial
Páginas: 240
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8574807648
ISBN13: 9788574807645
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,480
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,40
Sobre a editora
Os livros da editora ATELIE EDITORIAL propõem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e sensibilidade literária, frequentemente explorando a interseção entre história, literatura e crítica cultural. O catálogo revela uma predileção por obras que dialogam com o passado, seja por meio de traduções cuidadosas de clássicos, como romances experimentais e poéticos, seja por narrativas que investigam contextos históricos e sociais brasileiros e internacionais. O tom varia entre o ensaístico e o narrativo, com textos que transitam entre o denso e o acessível, convidando leitores interessados em reflexões profundas sobre cultura, política e arte. Há também espaço para crônicas e relatos que equilibram humor e lirismo, ampliando o alcance da editora para públicos que apreciam tanto o estudo quanto a literatura contemporânea.
