
Título: Jules e Jim: O Roteiro, O Romance
Autor: HENRI-PIERRE / TRUFFAUT ROCHE
Sinopse: Um livro, um filme, duas obras-primas. Se François Truffaut não houvesse encontrado por acaso, num sebo de Paris, o genial romance de Henri-Pierre Roché, não teria feito 'Jules e Jim' - filme que sintetiza todos os postulados da Nouvelle Vague. Nessa obra, que reúne o romance e o roteiro decupado e ilustrado do filme, o leitor brasileiro irá desfrutar da leitura de uma narrativa em estilo moderno, telegráfico, incisivo e delicado. Além de descobrir o universo original de Jules e Jim, e ter o privilégio de recompor os meandros dessa feliz adaptação e perceber por que Truffaut sentiu-se obrigado a manter diversos trechos intactos do romance em sua obra
Contexto da obra
Na área de Artes, livros como este costumam interessar pelo repertório visual e pela reflexão estética. “Jules e Jim: O Roteiro, O Romance”, de HENRI-PIERRE / TRUFFAUT ROCHE, publicado pela editora ZAHAR, em 2007 e com 76 páginas, integra a categoria Livros de Artes. Esse contexto costuma ser útil para perceber como o livro pode ampliar olhar e sensibilidade.
Editora: ZAHAR
Páginas: 76
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571109311
ISBN13: 9788571109315
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,400
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,40
Sobre a editora
Os livros da editora Zahar costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com uma linguagem acessível, mesmo em temas complexos como filosofia, psicanálise e história. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram o pensamento crítico e reflexivo, abordando desde biografias detalhadas e ensaios filosóficos até análises sociais e culturais. A narrativa frequentemente se apoia em investigações profundas, com ritmo que varia entre o didático e o contemplativo, convidando o leitor a um mergulho atento e prolongado em temas que vão da modernidade líquida às raízes do pensamento social. A diversidade do material indica que há tanto textos mais densos e conceituais quanto obras que privilegiam a clareza e a objetividade, sem perder a complexidade dos assuntos tratados.
