
Título: Juliet, Naked
Autor: Nick Hornby
Sinopse: Annie and Duncan fit together naturally, like jigsaw pieces, though Duncan's passionate obssesion with Tucker Crowe, the reclusive, tortured genius, songwriter, has never left much time for anything more meaningful - marriage, kids, conversations other than Tucker Crowe and his disappearence after a mysterious incident in a nightclub toilet twenty yeard previously. In fact, Annie's starting to wonder wether she's wasted fifteen years on a bad relationship, stuck in a dull job in a dull town on England's bleak east coast. When Tucker's record company suddenly issue a stripped-down version of his most famous album, Tucker's first release for decades, and Annie just can't see what's good about it, or at least what's better about it than the original, Duncan finds solace in bed with somebody else - and Annie is at last liberated to throw him out. But worse is to follow for Duncan: Annie is not alone in her opinion. After she posts a review in a fan website, she gets response from a completely unlikely source, Tucker himself.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Juliet, Naked”, de Nick Hornby, publicado pela editora Penguin Books, em 2009 e com 247 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin Books
Páginas: 247
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0670915653
ISBN13: 9780670915651
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
