
Título: Julio Villani. 1 + 1 + 1
Autor: Fernando Cocchiarale
Sinopse: Em 10 ensaios, críticos e curadores brasileiros e franceses analisam a produção artística de Julio Villani, cuja obra apresenta-se sob uma heterogeneidade de formas e conteúdos. O processo de recuperação adotado por Villani e o tipo de reciclagem a que ele submete os objetos que transforma – fotografias garimpadas, objetos do cotidiano – são sua maneira de realizar a conjugação de duas temporalidades para melhor constituir uma nova. De um lado, há o objeto tal como ele é, com o qual o artista compõe; do outro, há esse ''''quê'''' de estranho que ele lhe sobrepõe, e é no arranjo dos dois que a arte encontra sua razão de ser.
Contexto da obra
Na área de Artes, livros como este costumam interessar pelo repertório visual e pela reflexão estética. “Julio Villani. 1 + 1 + 1”, de Fernando Cocchiarale, publicado pela editora WMF – COEDIÇÃO, em 2020 e com 456 páginas, integra a categoria Livros de Artes. Esse contexto costuma ser útil para perceber como o livro pode ampliar olhar e sensibilidade.
Editora: WMF – COEDIÇÃO
Páginas: 456
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8546900965
ISBN13: 9788546900961
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,500
- Altura (cm): 25,00
- Largura (cm): 21,30
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
A experiência de leitura dos livros da editora WMF – COEDIÇÃO convida o leitor a um mergulho profundo nas artes visuais, fotografia e dança, frequentemente explorando trajetórias e processos criativos com riqueza de material iconográfico e ensaios críticos. O catálogo privilegia obras que registram momentos históricos e culturais, como fotografias documentais e reflexões sobre práticas artísticas contemporâneas, com um tom que varia entre o ensaístico e o documental. A linguagem costuma ser densa, com textos que dialogam com o público interessado em arte, cultura e história, apresentando narrativas que oscilam entre o rigor analítico e o registro visual expressivo. O leitor encontra tanto publicações que reconstroem trajetórias de artistas e coletivos quanto aquelas que propõem diálogos entre diferentes tempos e espaços culturais.
