
Título: Jung E O Cristianismo
Autor: Christopher Bryant
Sinopse: Este livro é uma interpretação pessoal de Jung para os cristãos. Christopher Bryant diz que a compreensão junguiana da experiência religiosa e sua consideração pelo elemento humano nela implicado podem ser de grande valia para os que creem em Jesus Cristo. Ele demonstra que o misterioso processo natural chamando por Jung de "individuação", pelo qual o indivíduo é levado a realizar suas capacidades inatas, é perfeitamente compatível com as práticas cristãs tracionais de auto-exame, oração e adoração, meditação e contemplação, corretamente entendidas. O lugar dos símbolos e o uso da imaginação na necessária cooperação de cada indivíduo com a ação de Deus no desenvolvimento pessoal são claramente analisados. A busca da unidade com a vontade de Deus e a da auto-realização verdadeira são diferentes aspectos da mesma questão
Contexto da obra
Na Psicologia, livros como este costumam interessar tanto pela formação quanto pela reflexão que propõem. “Jung E O Cristianismo”, de Christopher Bryant, publicado pela editora Edições Loyola, em 1996 e com 136 páginas, integra a categoria Livros de Psicologia. Esse enquadramento ajuda a situar melhor a obra entre leitura acadêmica, interesse clínico e reflexão sobre experiência humana.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 136
Ano: 1996
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8515014319
ISBN13: 9788515014316
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,170
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,90
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
