
Título: Jurema: mulheres (re)escrevem a cidade
Autor: Glau Nascimento
Sinopse: A cidade é um tema que aparece com frequência na produção de artistas mulheres. Questões como corpo, cuidado, medo, vio- lência, racismo, sexismo, trabalho e moradia são tensionadas pelas nossas experiências nesse espaço, tornando muitas vezes o cenário corriqueiro de ruas, pontes, ônibus, prédios, comércios e casas um campo de batalha e também de desejo. A escrita da cidade que nos interessa é essa: marcada pelo gênero e partindo de olhares e perspectivas múltiplas além dele. Se somos diversas, com recortes social, econômico, geográfico, religioso, racial, sexual e de identidade diferentes, isso precisa se levado em conta. Nosso desejo de tornar as muitas formas de existir na cidade visíveis na literatura foi o norte (ou o sul?) para o desenvolvimento do projeto “Jurema: mulheres (re)escrevem a cidade”.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Jurema: mulheres (re)escrevem a cidade”, de Glau Nascimento, publicado pela editora Venas Abiertas, em 2022 e com 132 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Venas Abiertas
Páginas: 132
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6586656818
ISBN13: 9786586656817
Sobre a editora
Os livros da editora Venas Abiertas apresentam um forte compromisso com vozes historicamente marginalizadas, especialmente de mulheres negras e coletivos femininos. A experiência de leitura frequentemente traz narrativas imersas em contextos sociais e históricos, como o Brasil colonial, onde elementos de resistência cultural e ancestralidade se misturam a histórias de luta e sonho. O tom varia entre o literário e o ensaístico, com obras que transitam entre a ficção carregada de mitologia e relatos autobiográficos que dialogam com outras artes. O catálogo sugere uma atenção especial a temas como identidade, gênero, raça e cidade, explorados sob múltiplas perspectivas e recortes sociais. Em alguns casos, o ritmo pode ser denso e reflexivo, enquanto em outros, mais urgente e coletivo, como nas coletâneas organizadas durante períodos de crise.
