
Título: Justiça e Litigiosidade: História e Prospectiva
Autor: António Manuel Hespanha
Sinopse: Este livro assume, conscientemente, um objetivo ambicioso e plural. Primeiro, o de interessar, a um tempo, juristas e historiadores; o que, dadas as atuais relações entre a história, a sociologia e a dogmática jurídicas, já não é tarefa fácil. Mas, mais do que isto. Pretende interessar os juristas, principalmente, com os argumentos que se podem tirar da temática histórica; e interessar os historiadores, sobretudo, com os modelos que decorrem das perspectivas atualistas sobre o direito. A ser conseguido, este livro pode, então, apresentar-se como um exemplo de interdisciplinaridade no campo do direito. E, acrescente-se, de uma interdisciplinaridade construída sobre bases que se pretendem metodologicamente sãs.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Justiça e Litigiosidade: História e Prospectiva”, de António Manuel Hespanha, publicado pela editora Fundação Calouste Gulbenkian, em 1993 e com 560 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Fundação Calouste Gulbenkian
Páginas: 560
Ano: 1993
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Fundação Calouste Gulbenkian costumam apresentar obras que transitam entre o rigor acadêmico e a reflexão cultural profunda, com foco em áreas como filosofia, direito, ciências sociais e história. A experiência de leitura tende a ser densa e contemplativa, voltada para quem aprecia textos que demandam atenção cuidadosa e interesse por temas estruturantes da civilização. O catálogo indica um compromisso com a divulgação de obras que dialogam com o ensino superior e a pesquisa, buscando suprir lacunas em publicações acessíveis para estudantes e professores. Há uma clara preocupação com a preservação e o acesso a textos que abordam desde fundamentos do pensamento econômico até análises da cultura helênica e do direito internacional. O tom, em geral, é mais formal e informativo, com obras que privilegiam o aprofundamento conceitual e a apresentação sistemática de temas complexos.
