
Título: Kipling and Orientalism (Routledge Revivals)
Autor: B. J. Moore-Gilbert
Sinopse: First published in 1986, this book sets Kipling firmly in the historical context not only of contemporary India but of prior Anglo-Indian writers about India. Despite his enthusiastic reception in England as ‘revealer of the East’, in India he seems to have been regarded as just one more Anglo-Indian writer. The author demonstrates the traditionalism of Kipling’s use of the themes of Anglo-Indian fiction – themes such as the ‘White Man’s grave’, domestic instability, frustration and loneliness. In particular, Kipling is shown to be writing in a strongly conservative idiom, concentrating on the role of the British hierarchy as the determining factor in a response to India, on British insecurity and fears of a repeat of the 1857 mutiny, and regarding Indian institutions only in so far as they represented a threat to British rule. Conservative critiques of liberalism are also discussed.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Kipling and Orientalism (Routledge Revivals)”, de B. J. Moore-Gilbert, publicado pela editora Routledge, em 2014 e com 228 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Routledge
Páginas: 228
Ano: 2014
Edição: 1
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9781317629375
ISBN13: 9781317629375
Sobre a editora
Os livros da editora Routledge costumam oferecer leituras densas e fundamentadas, que transitam entre análises sociais, históricas e filosóficas com rigor acadêmico. O catálogo apresenta obras que exploram temas complexos como dinâmicas culturais, teorias sociais, políticas públicas, estudos de gênero, filosofia da arte e mediações culturais, frequentemente com um tom analítico e interdisciplinar. As narrativas são mais informativas e reflexivas do que ficcionais, com textos que demandam atenção ao desenvolvimento de argumentos e conceitos, e que dialogam com debates contemporâneos em várias áreas do conhecimento. Há, portanto, uma predominância de obras que privilegiam o aprofundamento teórico e a contextualização histórica, com linguagem clara, porém densa, adequada a leitores interessados em estudos acadêmicos e profissionais.
