
Título: Kizumonogatari: Wound Tale
Autor: NISIOISIN
Sinopse: Around midnight, under a lonely street lamp in a provincial town in Japan, lies a white woman, a blonde, alone, robbed of all four limbs, yet undead. Indeed, a rumor's been circulating among the local girls that a vampire has come to their backwater, of all places. Koyomi Araragi, who prefers to avoid having friends because they'd lower his “intensity as a human," is naturally skeptical. Yet it is to him that the bloodsucking demon, a concept “dated twice over," beckons on the first day of spring break as he makes his way home with a fresh loot of morally compromising periodicals. Always disarmingly candid, often hilariously playful, and sometimes devastatingly moving, KIZUMONOGATARI: Wound Tale is the perfect gateway into the world of author NISIOISIN, the bestselling young novelist in Japan today. The prequel to BAKEMONOGATARI (“Monster Tale"), this is where the legendary MONOGATARI series, whose anime adaptations have enjoyed international popularity and critical acclaim, begins. A theatrical feature based on KIZUMONOGATARI is due to be released in Japan in January 2016.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Kizumonogatari: Wound Tale”, de NISIOISIN, publicado pela editora Vertical, em 2015 e com 354 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vertical
Páginas: 354
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Vertical costumam apresentar narrativas densas e multifacetadas, que transitam entre mundos fantásticos e realidades duras, com personagens que enfrentam conflitos profundos e dilemas éticos. O catálogo traz histórias que exploram desde viagens dimensionais e intrigas políticas até dramas psicológicos e críticas sociais, muitas vezes com um ritmo que alterna entre a ação intensa e momentos de reflexão. A linguagem varia entre o detalhado e o simbólico, com um tom que pode ser tanto sombrio quanto levemente irônico, dependendo da obra. Essa diversidade sugere um público leitor aberto a histórias que desafiam convenções, com interesse tanto em fantasia elaborada quanto em narrativas realistas e históricas.
