
Título: Koko Be Good: Nao e Facil Ser Boazinha
Autor: Jen Wang
Sinopse: Não é fácil ser uma pessoa boa, e Koko está prestes a descobrir que, por mais difícil que seja, pode valer a pena. Jon, recém-formado na faculdade, quer viver com sua namorada no Peru, onde ela pretende trabalhar como voluntária em um orfanato. Mas, no meio do caminho, ele é literalmente atropelado pelo furacão Koko, uma baixinha bem invocada que, se fosse dentuça, poderia ser uma versão hardcore da Mônica. Koko é uma garota excêntrica com uma atração por encrencas, milhares de projetos pela frente e um bocado de desafetos acumulados, que descobre em Jon uma qualidade que ela não sabe bem como ter: a bondade, nada mais que a bondade pura e simples. Desse encontro, nasce em Koko o desejo de ser boa, mas alguém sabe o que isso significa, de verdade?
Contexto da obra
Na ficção juvenil, obras como esta costumam ganhar força pela identificação e pela fluidez da leitura. “Koko Be Good: Nao e Facil Ser Boazinha”, de Jen Wang, publicado pela editora Leya, em 2011 e com 304 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Juvenil. Esse contexto costuma ser útil para situar o livro dentro das experiências e sensibilidades do público jovem.
Editora: Leya
Páginas: 304
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8580440939
ISBN13: 9788580440935
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,267
- Altura (cm): 21,40
- Largura (cm): 15,40
- Espessura (cm): 2,60
Sobre a editora
Os livros da editora Leya costumam levar o leitor a mundos ricos em fantasia e realidade, onde personagens enfrentam conflitos intensos, sejam eles pessoais, sociais ou históricos. A experiência de leitura varia entre narrativas épicas, como guerras e disputas pelo poder, e histórias intimistas que exploram relações familiares e jornadas de autoconhecimento. O tom pode oscilar do humor leve e criativo até a tensão dramática e o suspense, sempre com tramas que convidam à reflexão sobre temas como identidade, coragem, e transformação. O catálogo apresenta obras que transitam entre o fantástico e o realista, com ritmo que pode ser tanto acelerado e cheio de reviravoltas quanto mais pausado e contemplativo.
