
Título: Koyomimonogatari (Monogatari Series #16): Calendar Tale Part 2
Autor: NISIOISIN
Sinopse: In this latter half of Calendar Tale, a set of journeys into the past that have been revisiting the “case files” feel of the series’ origins starts to catch up to the present moment until we are violently spliced back into the overarching plot, just in time for the final quartet that is the End Tale (in three volumes) and End Tale (Cont.). Continuing with the motif of ways, paths, roads, and streets, and wrapping up sundry other topics and quasi-philosophical concerns, the vignettes for the months of October to March deal with six ladies who are either not quite human or older than titular narrator Koyomi Araragi, bless his bantering soul. In this installment, see how he handles—or is handled by—aberration of a little sister Tsukihi, enigma of a freshman or -woman Ogi, shadow of a legendary vampire Shinobu, corpse of a tween girl Ononoki, psychopath of a monster expert Kagenui, and know-it-all of a Machiavellian fixer Izuko Gaen.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Koyomimonogatari (Monogatari Series #16): Calendar Tale Part 2”, de NISIOISIN, publicado pela editora Vertical, em 2019 e com 218 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vertical
Páginas: 218
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9781947194694
Sobre a editora
Os livros da editora Vertical costumam apresentar narrativas densas e multifacetadas, que transitam entre mundos fantásticos e realidades duras, com personagens que enfrentam conflitos profundos e dilemas éticos. O catálogo traz histórias que exploram desde viagens dimensionais e intrigas políticas até dramas psicológicos e críticas sociais, muitas vezes com um ritmo que alterna entre a ação intensa e momentos de reflexão. A linguagem varia entre o detalhado e o simbólico, com um tom que pode ser tanto sombrio quanto levemente irônico, dependendo da obra. Essa diversidade sugere um público leitor aberto a histórias que desafiam convenções, com interesse tanto em fantasia elaborada quanto em narrativas realistas e históricas.
