
Título: Ku + 33 Outros Trens
Autor: Freitas Souza
Sinopse: A versatilidade de José Benedito de Souza Freitas, rara em nossa literatura, produz poemetos sabor tutti-frutti, com suas aliterações, assonâncias e rimas. Os contos relâmpagos e os “causus” vividos e sofridos, alguns deles, assemelham-se a aventuras oníricas por não parecer coisa do mundo real. No final, quando o antirromance deságua no oceano e se choca com as ondas da maré-alta, o cronista já não é mais o “poeta” cordial e iluminado. Abandona o José e o Benedito. Assume de vez a identidade JB de Souza Freitas e esquece as epifanias tropicais. Torna-se um sujeito enfezado e intranquilo que utiliza o nonsense, a ironia e o protesto como armas. A irreverência aprofunda-se com a idade. Ele parece berrar como um alemão da Pomerânia: “É tudo die alte scheisse! ” (a mesma merda). A leitura chega ao fim e sentimos que o livro não acabou. Fica a sensação de que sobram infâmias a fustigar.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Ku + 33 Outros Trens”, de Freitas Souza, publicado pela editora Editora Cajuína, em 2020 e com 148 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora Cajuína
Páginas: 148
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8554150678
ISBN13: 9788554150679
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 22,50
- Largura (cm): 15,50
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Cajuína convidam a uma experiência de leitura que transita entre a análise crítica e a criação literária, com um olhar atento tanto para a reflexão acadêmica quanto para a experimentação formal. O catálogo revela obras que abordam temas complexos, como a violência humana, a memória histórica e a filosofia política, sempre com um tom denso e por vezes irônico. Há uma presença marcante de textos que exploram a literatura clássica e moderna sob perspectivas críticas, além de trabalhos que dialogam com práticas educacionais e culturais contemporâneas. A linguagem varia entre o ensaístico, o narrativo e o poético, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto provocativo, sugerindo um público leitor interessado em desafios intelectuais e estéticos.
