
Título: La Constituición de Alemania
Autor: G. W. F. Hegel
Sinopse: El motivo de este pequeño e importante escrito de Hegel consiste en que, si bien Alemania era una nación, estaba dividida su rica variedad en múltiples estadículos por lo que no existía un auténtico Estado, ya que el vetusto Sacro Imperio de origen medieval sólo le daba una unidad formal. Pues los estadículos -una especie de autonomías soberanas- justificaban sus viejos privilegios o derechos particulares invocando la antigua libertad alemana , para impedir que el Imperio tuviese un poder efectivo. Incluso, en detrimento de Alemania y los alemanes, las autonomías se aliaban entre sí o con los poderes extranjeros cuando dirimían sus diferencias en el suelo alemán, según sus conveniencias y simpatías particulares. Sin una unidad real, Alemania estaba fuera de la historia universal: carente de un auténtico Estado capaz de organizarla a la altura de los tiempos y de defenderla, no sólo no era un sujeto de la historia sino su objeto.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “La Constituición de Alemania”, de G. W. F. Hegel, publicado pela editora Tecnos, em 2010 e com 328 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Tecnos
Páginas: 328
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: espanhol
ISBN: 8430950303
ISBN13: 9788430950300
Sobre a editora
Os livros da editora Tecnos costumam apresentar uma leitura densa e reflexiva, voltada para quem busca compreender as raízes do pensamento filosófico, político e jurídico. O ritmo das obras tende a ser mais contemplativo, com textos que exploram desde a antiguidade clássica até debates contemporâneos, muitas vezes com um tom didático e analítico. O catálogo privilegia obras que reúnem documentos originais, ensaios críticos e estudos históricos, oferecendo uma experiência que exige atenção ao detalhe e interesse por questões éticas e culturais profundas. Há uma predominância de textos que dialogam com o passado para iluminar temas atuais, construindo uma ponte entre tradição e modernidade.
