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La Decadencia de Occidente: Forma y realidad

Título: La Decadencia de Occidente: Forma y realidad

Autor: Oswald Spengler

Sinopse: La decadencia de Occidente" se editó por primera vez en España en 1923. Oswald Spengler había comenzado a escribir esta obra cuando la Primera Guerra Mundial interrumpió su tarea, y claro, la extendió, en varios sentidos. Ortega firma el prólogo de la edición española y escribe, casi de paso hacia otra reflexión: «… la guerra mundial, que no ha sido tan mundial como se dice…»; con ello se hace eco del punto de vista/palanca que el autor propone como explicación de su trabajo: Occidente no lo es todo y, además, se acaba. Y lo demuestra. Spengler maneja una ingente cantidad de información: baraja números, música, catedrales e hipótesis científicas con lo mágico, el sino y las eternas preguntas sin respuesta del hombre; sitúa su luz sobre los hechos en ángulos distintos de los acostumbrados y alumbra diferentes aspectos de las mismas cosas. Para él la historia está habitada de seres/culturas que nacen, crecen, se multiplican y mueren. Un monumental intento de establecer de establecer una filosofía de la Historia que establezca un marco global de comprensión de los hombres y las sociedades en el transcurso del tiempo.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “La Decadencia de Occidente: Forma y realidad”, de Oswald Spengler, publicado pela editora Espasa-Calpe, em 1934 e com 332 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Espasa-Calpe

Páginas: 332

Ano: 1934

Edição:

Linguagem: espanhol

ISBN: 8423971635

ISBN13: 9788423971633

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Oswald Spengler é um mergulho denso e rigoroso em uma visão filosófica da história e da cultura ocidental. A prosa é ao mesmo tempo analítica e poética, alternando entre reflexões amplas sobre o destino das civilizações e detalhes concretos de fenômenos históricos, culturais e sociais. O ritmo pode ser desafiador, pois o autor propõe um método comparativo que exige atenção e disposição para acompanhar suas sínteses e hipóteses. A tensão reside na sensação de uma inevitável decadência, que Spengler aborda com uma crítica que não se limita ao pessimismo, mas que provoca questionamentos sobre os ciclos da cultura e o papel do indivíduo e da coletividade. Em alguns momentos, o tom é quase profético, enquanto em outros se aproxima de um ensaio histórico-filosófico. A experiência de leitura deixa no leitor a pergunta sobre como compreender o tempo presente à luz desses ciclos culturais e qual será o futuro das sociedades.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Espasa-Calpe revelam um interesse por narrativas que exploram a complexidade das relações humanas em contextos variados, desde cenários de guerra até ambientes urbanos contemporâneos. A experiência de leitura costuma combinar um tom realista com momentos de sensibilidade poética, frequentemente retratando personagens em situações-limite ou marcadas por conflitos internos e sociais. O catálogo sugere obras que transitam entre o drama e o humor, o trágico e o cômico, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto tenso, dependendo da obra. Há também espaço para textos que dialogam com a história e a cultura, incluindo reflexões filosóficas e sociológicas, o que amplia o espectro para leitores que apreciam abordagens mais densas e analíticas.

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