
Título: La esquina es mi corazón
Autor: Pedro Lemebel
Sinopse: Pedro Lemebel es un fenómeno de la literatura latinoamericana de este tiempo. A Lemebel le ponen sitio las miradas (las lecturas) de la admiración, el morbo, el regocijo de los turistas de lo inconveniente, la extrañeza, la solidaridad, la normalidad de los que están al tanto de la globalización cultural, ésa que para los gays se inició dramáticamente con los juicios de Oscar Wilde en 1895 y jubilosa y organizativamente con la revuelta de Stonewall en 1969. En cada uno de sus textos, el escritor se arriesga en el filo dela navaja entre el exceso gratuito y la cursilería y la genuina prosa poética y el exceso necesario. Sale indemne porque su oído literario es de primer orden, y porque su barroquismo se desprende orgánicamente del punto de vista del otro, de la sensibilidad que atestigua las realidades sobre las que no le habían permitido opiniones o juicios.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “La esquina es mi corazón”, de Pedro Lemebel, publicado pela editora Seix Barral, em 2001 e com 90 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Seix Barral
Páginas: 90
Ano: 2001
Edição:
Linguagem: espanhol
ISBN: 9562472817
ISBN13: 9789562472814
Sobre a editora
Os livros da editora Seix Barral costumam apresentar uma narrativa que mescla rigor histórico e sensibilidade literária, explorando temas como conflitos políticos, memória familiar e dilemas éticos. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens complexos, imersos em contextos sociais e históricos densos, onde o real e o ficcional se entrelaçam para provocar reflexão. O catálogo inclui desde obras com ritmo de thriller legal até poemas que dialogam com tradições poéticas e metapoéticas, revelando uma diversidade entre o mais narrativo e o mais ensaístico. O tom varia do íntimo ao coletivo, com atenção a questões de identidade, poder e memória, sempre com uma linguagem que privilegia a profundidade e a reflexão.
