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La fable cinématographique

Título: La fable cinématographique

Autor: Jacques Rancière

Sinopse: Une fillette et son tueur devant une vitrine, une silhouette noire descendant un escalier, la jupe arrachée d'une kolkhozienne, une femme qui court au-devant des balles : ces images signées Lang ou Murnau, Eisenstein ou Rossellini, iconisent le cinéma et cachent ses paradoxes. Un art est toujours aussi une idée et un rêve de l'art. L'identité de la volonté artiste et du regard impassible des choses, la philosophie déjà l'avait conçue, le roman et le théâtre l'avaient tentée à leur manière. Le cinéma ne remplit pourtant leur attente qu'au prix de la contredire. Dans les années 1920, on vit en lui le langage nouveau des idées devenues sensibles qui révoquait le vieil art des histoires et des personnages. Mais il allait aussi restaurer les intrigues, les types et les genres que la littérature et la peinture avaient fait voler en éclats. Jacques Rancière analyse les formes de ce conflit entre deux poétiques qui fait l'âme du cinéma. Entre le rêve de Jean Epstein et l'encyclopédie désenchantée de Jean-Luc Godard, entre l'adieu au théâtre et la rencontre de la télévision, en suivant James Stewart dans l'Ouest ou Gilles Deleuze au pays des concepts, il montre comment la fable cinématographique est toujours une fable contrariée. Par là aussi, elle brouille les frontières du document et de la fiction. Rêve du XIXe siècle, elle nous raconte l'histoire du XXe siècle.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “La fable cinématographique”, de Jacques Rancière, publicado pela editora Seuil, em 2001 e com 243 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Seuil

Páginas: 243

Ano: 2001

Edição:

Linguagem: francês

ISBN: 2020510537

ISBN13: 9782020510530

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Jacques Ranciere propõe um encontro denso e reflexivo, onde o ritmo varia entre o contemplativo e o analítico. Sua prosa, ao mesmo tempo precisa e aberta, convida o leitor a atravessar camadas de pensamento que misturam filosofia, política, arte e literatura, com foco constante na experiência sensível e na igualdade. O tom pode ser tanto rigoroso quanto poético, revelando tensões entre o real e o imaginário, o comum e o excepcional, o político e o estético. A experiência de leitura exige atenção para as sutilezas das ideias e para a forma como elas se entrelaçam, deixando no leitor perguntas sobre a relação entre poder, sensibilidade e emancipação. Nos livros de Jacques Ranciere, a reflexão não se limita a conceitos abstratos, mas se manifesta em análises que dialogam com narrativas, imagens e práticas sociais, criando uma experiência intelectual que é ao mesmo tempo crítica e inventiva.

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    Sobre a editora

    A leitura dos livros da editora Seuil costuma levar o leitor a reflexões profundas sobre temas contemporâneos e históricos, com textos que equilibram rigor intelectual e acessibilidade. O catálogo revela um interesse por debates sociais, filosóficos e culturais, frequentemente abordados por meio de ensaios, crônicas e narrativas que exploram tanto questões globais como conflitos pessoais. O tom varia entre a análise crítica e a narrativa sensível, com obras que transitam entre o rigor acadêmico e a expressão literária, criando um ritmo que convida à contemplação e ao questionamento. As sinopses sugerem que há obras com abordagens mais densas e outras mais narrativas, mas todas com um foco claro em compreender as complexidades do mundo e da experiência humana.

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