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La femme qui boit

Título: La femme qui boit

Autor: Colette Andris

Sinopse: « Les gens heureux ne boivent pas, décréta-t-elle. Qu'un peu de pitié, par grâce, accueille ceux qui cherchent dans la boisson un bonheur illusoire, ou plutôt le mépris du bonheur inaccessible. Ce vice, il est inutile de vouloir le combattre. Il serait vaincu s'il était possible de créer la joie en ce monde. » Voici le portrait de Guita, une buveuse distinguée. Héroïne pleine d'esprit, elle trouve la source de son seul bonheur véritable dans l'alcool. À côté, tout ne lui paraît que souffrance et ennui. Malmenée par la vie, le quotidien, la société et les hommes, la jeune Guita morcelle le temps, entre ébriété, dégrisement et manque : une ritournelle pour supporter sa peine. Pour raconter ces sensations procurées par l'ivresse, Colette Andris découpe son roman en « points d'alcoolisme ». Intitulés Éveil, Initiation, Insomnie, Flirt, Spasmes ou Éthers, ces courts chapitres décrivent avec une ironie sévère et sans pudeur l'addiction de son personnage. On redécouvre une plume colorée et scandaleuse injustement tombée dans l'oubli. Publié en 1929, ce roman lève le voile sur un sujet encore terriblement tabou : l'alcoolisme chez la femme.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “La femme qui boit”, de Colette Andris, publicado pela editora Gallimard, em 2023 e com 158 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Gallimard

Páginas: 158

Ano: 2023

Edição:

Linguagem: francês

ISBN: 2073018742

ISBN13: 9782073018748

    Sobre a editora

    Os livros da editora Gallimard costumam oferecer uma experiência de leitura marcada por uma combinação de profundidade filosófica e atenção às nuances da condição humana. Muitas obras exploram conflitos internos e sociais, com personagens que refletem sobre temas como a guerra, a memória, a identidade e a passagem do tempo, em cenários que vão do íntimo ao histórico. A linguagem varia entre o poético e o ensaístico, com um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto tenso, dependendo do foco narrativo. O catálogo sugere uma preferência por narrativas que desafiam o leitor a pensar sobre a realidade, seja por meio de relatos autobiográficos, ficções históricas ou reflexões filosóficas.

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