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La filosofia, ciência rigurosa

Título: La filosofia, ciência rigurosa

Autor: Edmund Husserl

Sinopse: «Al comienzo de los años 10 del siglo XX, una nueva revista alemana, Logos, interesada por el éxito reciente y muy rápido de la filosofía fenomenológica que se elaboraba en torno a Edmund Husserl en la Universidad de Göttingen, solicitó a este pensador un texto en que se presentaran el programa de esa filosofía y algunos de los rasgos esenciales de su contenido, por los que se diferenciaba del resto de corrientes en vigor. Husserl llevaba diez años sin publicar más que algunas recensiones de textos de lógica y teoría del conocimiento, que también quedaban ya muy atrás en 1910. Desde las Investigaciones Lógicas, su posición global se había modificado, pero apenas había rastros literarios públicos de esta variación. Encontró, pues, que el momento era muy favorable y respondió, en efecto, con un largo ensayo que suscitó enorme interés. Este ensayo es el que ahora volvemos a traducir, con ánimo de mejorar la antigua versión que ya existía en español» (Miguel García-Baró)

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “La filosofia, ciência rigurosa”, de Edmund Husserl, publicado pela editora Encuentro, em 2009 e com 96 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Encuentro

Páginas: 96

Ano: 2009

Edição:

Linguagem: espanhol

ISBN: 8474909724

ISBN13: 9788474909722

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Edmund Husserl conduz a um mergulho rigoroso e meticuloso na reflexão sobre a consciência e o conhecimento. O ritmo é contemplativo, marcado por uma construção cuidadosa de conceitos que exigem atenção e paciência do leitor. A prosa, embora densa, é precisa e busca revelar as estruturas profundas da experiência e da intencionalidade, com um foco intelectual que desafia a compreensão imediata. Em meio a esse rigor, há momentos em que a linguagem se torna quase poética, sobretudo ao tratar da temporalidade da consciência. O leitor é convidado a acompanhar um percurso que oscila entre a suspensão do senso comum e a busca por fundamentos absolutos do saber. Assim, os livros de Edmund Husserl oferecem uma experiência de leitura que é ao mesmo tempo exigente e reveladora, instigando perguntas sobre a constituição do objeto, a essência da consciência e a possibilidade de uma ciência do conhecimento.

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