
Título: La hija de la indiana
Autor: María Teresa Álvarez
Sinopse: En todas las familias hay secretos que es mejor no conocer Marina y Silverio viven juntos y enamorados en su pueblo asturiano de Candás a mediados de los años veinte. Con ellos, Rosita, la niña que Marina adoptó en Cuba. Su existencia transcurre de forma apacible hasta que deciden regresar a La Habana para que la joven se reencuentre con sus raíces. Al partir, no son conscientes de que hay puertas que es mejor no volver a abrir. No pueden imaginar que toda su existencia se trastocará en el país caribeño de tal forma que quizá nunca puedan volver a reconstruirla. María Teresa Álvarez retoma en esta apasionante novela el amor por su tierra y por las gentes que se lo jugaron todo en busca de un futuro mejor para ellos y sus hijos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “La hija de la indiana”, de María Teresa Álvarez, publicado pela editora La Esfera de los Libros, em 2018 e com 472 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: La Esfera de los Libros
Páginas: 472
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788491644699
Sobre a editora
Os livros da editora LA ESFERA DE LOS LIBROS oferecem uma experiência de leitura marcada por narrativas que transitam entre o rigor histórico e a reflexão pessoal, frequentemente com um tom acessível e, por vezes, humorístico. O catálogo reúne obras que exploram personagens históricos com detalhes humanos e conflitos internos, como figuras políticas e imperadores, assim como relatos contemporâneos que abordam temas de autoconhecimento, relações tóxicas e empoderamento pessoal. A linguagem varia do ensaio denso e analítico a prosa poética e narrativa intimista, contemplando tanto o público interessado em história e política quanto leitores que buscam desenvolvimento pessoal e histórias com nuances emocionais. Há obras que privilegiam o relato factual e documentado, enquanto outras se aproximam de um tom mais subjetivo e reflexivo, o que indica certa diversidade editorial dentro de um foco em temas humanos e sociais.
