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La Isla Del Dia De Antes

Título: La Isla Del Dia De Antes

Autor: Umberto Eco

Sinopse: En el verano de 1643 y en los mares del Sur, un joven piamontés, Roberto de la Grive, arriba como náufrago a una nave desierta. La nave está llena de animales desconocidos y de extrañas máquinas y artilugios, y ante ella, próxima e inalcanzable (no sólo, descubriremos después, en el espacio, sino también en el tiempo) una isla de ensueño. Roberto escribe cartas a la 'Señora'; a través de las cuales se adivina poco a poco su pasado: duelos, asedios, lances amorosos, alambicadas disputas de salón. Se trata, de hecho, de la lenta y traumática iniciación al mundo de la nueva ciencia, las razones de estado, las redes de espionaje de Mazarino y Richelieu, la guerra de los treinta años, en suma, a un cosmos en el que la tierra ha dejado de ser para muchos el centro del universo. En este 'Mar de la Inocencia' nada es inocente, y Roberto lo sabe desde el principio, porque ha llegado a estas Antípodas para resolver -sin personalmente desearlo- el misterio por el cual forcejean las nuevas potencias de la época: el secreto del Punto Fijo.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “La Isla Del Dia De Antes”, de Umberto Eco, publicado pela editora Plaza & Janes S.A., em 1998 e com 587 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Plaza & Janes S.A.

Páginas: 587

Ano: 1998

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN: 9788401413131

ISBN13: 9788401413131

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Umberto Eco é um convite a um universo onde o erudito e o lúdico se entrelaçam com naturalidade. A prosa pode alternar entre o denso e o acessível, ora mergulhando em labirintos históricos e simbólicos, ora adotando um tom irônico e bem-humorado. A tensão narrativa muitas vezes surge da investigação, seja de mistérios medievais ou das tramas ocultas da cultura, enquanto o ritmo pode variar do contemplativo ao envolvente, sem perder a precisão intelectual. O foco emocional oscila entre a nostalgia e a crítica, convidando o leitor a refletir sobre a memória, a identidade e a construção da realidade. Em seus livros, Eco explora as fronteiras entre ficção e verdade, entre o real e o imaginário, deixando no ar perguntas sobre o papel do leitor e o significado dos textos.

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