
Título: La isla (Serie Inspectora Hulda 2)
Autor: Ragnar Jónasson
Sinopse: La nueva serie policiaca de uno de los grandes autores bestseller de la novela negra. «Hulda es la mejor heroína de novela negra que hemos leído en mucho tiempo.» The Times La inspectora de policía islandesa Hulda Hermannsdóttir es enviada, quince años antes de los terribles acontecimientos a los que asistimos en La dama. Comienza la cuenta atrás, a Elliðaey para investigar la muerte de una joven durante la escapada con un grupo de amigos. Hulda no tarda en establecer una conexión entre esta muerte y otra acaecida una década atrás en la que otra joven relacionada con el mismo grupo fue asesinada. Pese a que el asesino fue atrapado, Hulda no tiene dudas de la relación entre ambos crímenes y seguirá las pistas necesarias hasta desentrañar los secretos del grupo. Ésta es la segunda parte de una serie de novela negra protagonizada por la sagaz policía Hulda Hermannsdóttir, una investigadora quien, a punto de jubilarse, se verá inmersa en una red de mentiras que le harán replantearse toda su existencia.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “La isla (Serie Inspectora Hulda 2)”, de Ragnar Jónasson, publicado pela editora Seix Barral, em 2024 e com 237 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Seix Barral
Páginas: 237
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: espanhol
ISBN: 8432243396
ISBN13: 9788432243394
Sobre a editora
Os livros da editora Seix Barral costumam apresentar uma narrativa que mescla rigor histórico e sensibilidade literária, explorando temas como conflitos políticos, memória familiar e dilemas éticos. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens complexos, imersos em contextos sociais e históricos densos, onde o real e o ficcional se entrelaçam para provocar reflexão. O catálogo inclui desde obras com ritmo de thriller legal até poemas que dialogam com tradições poéticas e metapoéticas, revelando uma diversidade entre o mais narrativo e o mais ensaístico. O tom varia do íntimo ao coletivo, com atenção a questões de identidade, poder e memória, sempre com uma linguagem que privilegia a profundidade e a reflexão.
