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La Joie de Vivre

Título: La Joie de Vivre

Autor: Émile Zola

Sinopse: Près d'Arromanches, dans la maison du bord de mer où ils se sont retirés après avoir cédé leur commerce de bois, les Chanteau ont recueilli Pauline, leur petite cousine de dix ans qui vient de perdre son père. Sa présence est d'abord un surcroît de bonheur dans le foyer puis, autour de l'enfant qui grandit, les crises de goutte paralysent peu à peu l'oncle Chanteau, la santé mentale de son fils Lazare se dégrade, l'héritage de Pauline fond dans les mains de ses tuteurs, et le village lui-même est rongé par la mer. En 1884, lorsqu'il fait paraître ce roman largement autobiographique, le douzième des Rougon-Macquart, c'est pour une part ironiquement que Zola l'intitule La Joie de vivre. Car en dépit de la bonté rayonnante de Pauline qui incarne cette joie, c'est l'émiettement des êtres et des choses que le livre raconte. Après Au Bonheur des Dames, grande fresque du commerce moderne, c'est un roman psychologique que l'écrivain propose à ses lecteurs, un roman de la douleur où les êtres sont taraudés par la peur de la mort face à une mer destructrice.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “La Joie de Vivre”, de Émile Zola, publicado pela editora Livre de poche, em 1884 e com 508 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Livre de poche

Páginas: 508

Ano: 1884

Edição:

Linguagem: francês

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Émile Zola mergulha o leitor em um universo onde o realismo cru se alia a uma análise minuciosa das forças sociais e psicológicas que moldam seus personagens. A narrativa oscila entre o íntimo e o coletivo, mostrando tanto a dor e as paixões individuais quanto as tensões de um mundo em transformação, marcado por conflitos econômicos e morais. O ritmo varia entre momentos densos, carregados de tensão dramática e descrições detalhadas, e passagens que convidam à reflexão sobre a condição humana e as estruturas sociais. O estilo revela uma prosa direta, por vezes áspera, que não evita o confronto com temas difíceis, como a miséria, a luta de classes e as fraquezas humanas. Essa experiência de leitura provoca uma pergunta constante: até que ponto o ambiente e a herança determinam o destino dos indivíduos? Nos livros de Émile Zola, essa questão atravessa desde o drama familiar até as grandes batalhas sociais, sempre com uma visão crítica e incisiva.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Livre de Poche oferecem uma experiência de leitura marcada por narrativas que transitam entre o cotidiano íntimo e universos mais amplos, como a história, a psicologia e a ficção especulativa. As sinopses sugerem uma atenção especial a personagens complexos, cujas emoções e dilemas pessoais se desenrolam em contextos que vão do ambiente doméstico até tramas de suspense e reflexões filosóficas. O tom varia entre a introspecção poética e a tensão narrativa, com textos que podem ser tanto densos e reflexivos quanto ágeis e envolventes. O catálogo da editora Livre de Poche contempla obras que dialogam com o passado e o presente, muitas vezes explorando relações humanas sob diferentes prismas, como o amor, a vingança e a injustiça social.

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