
Título: La mémoire dans la peau
Autor: Robert Ludlum
Sinopse: Non loin de Marseille, un bateau de pêche recueille un homme grièvement blessé et inconscient. Un vieux médecin finit par le sauver mais il a perdu la mémoire ; il ne se rappelle rien de son passé. Toutefois, il a sous la peau de la jambe un morceau de film avec le numéro d'un compte dans une banque suisse. Il part donc pour Zurich et apprend que le titulaire du compte est un certain Jason Bourne et aussi que Jason Bourne est un homme marqué, condamné et traqué par plusieurs tueurs. Pourquoi ? Qu'y a-t-il dans le passé de Bourne pour expliquer cet acharnement à le faire disparaître ? C'est le début de l'extraordinaire enquête que mène un homme sans mémoire pour retrouver son passé, pour découvrir qui il est. Un étonnant roman de suspense et d'action qui a obtenu le Prix Mystère du meilleur roman étranger 1982.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “La mémoire dans la peau”, de Robert Ludlum, publicado pela editora Le Livre de Poche, em 1983 e com 667 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Le Livre de Poche
Páginas: 667
Ano: 1983
Edição:
Linguagem: francês
ISBN: 2253031445
ISBN13: 9782253031444
Sobre a editora
Os livros da editora LE LIVRE DE POCHE convidam o leitor a mergulhar em narrativas densas e multifacetadas, onde o drama humano se entrelaça com reflexões existenciais e contextos históricos variados. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens em crises profundas, como jovens enfrentando a perda da inocência, sociedades à beira do colapso ou indivíduos confrontados com dilemas morais e afetivos complexos. O tom oscila entre o melancólico e o esperançoso, com histórias que exploram tanto o íntimo quanto o coletivo, em ambientes que vão de cenários históricos detalhados a futuros distópicos. Esse equilíbrio entre o narrativo e o filosófico, presente nas sinopses, sugere um catálogo que valoriza tramas que provocam o pensamento sem abrir mão da intensidade emocional.
