
Título: La mémoire de l'eau (Babel #224)
Autor: Ying Chen
Sinopse: En 1912, alors que le dernier empereur chinois était chassé du trône, grand-mère Lie-Fei avait cinq ans. Elle venait de subir l'opération destinée à rapetisser ses pieds, afin de les rendre "beaux comme des fleurs de lotus". Mais grâce au changement de régime, ou à cause de lui, l'opération fut vite interrompue, et c'est avec des pieds "moyens"--Garants d'une position médiane dans le conflit entre la tradition et la modernité - qu'elle traversa sans trop de heurts le régime communiste ... Ce destin singulier, la narratrice, "la petite", le retrace avec un humour à froid et une tendresse jamais démenties tout au long d'une histoire qui traverse le XXe siècle, celle de grand-mère Lie-Fei bercée par les odeurs et les couleurs des eaux d'une Chine en profonde mutation.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “La mémoire de l’eau (Babel #224)”, de Ying Chen, publicado pela editora Actes Sud, em 1992 e com 120 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Actes Sud
Páginas: 120
Ano: 1992
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 2742709010
ISBN13: 9782742709014
Sobre a editora
Os livros da editora ACTES SUD apresentam uma experiência de leitura marcada por narrativas que exploram conflitos humanos profundos e contextos sociais variados, desde mistérios policiais em pequenas comunidades até reflexões sobre identidade e memória histórica. O catálogo revela uma predileção por histórias que desvendam as múltiplas camadas das relações pessoais e coletivas, muitas vezes com um tom introspectivo e um ritmo que alterna entre a tensão crescente e momentos de delicadeza. Há obras que se apoiam em ambientes geográficos específicos, como cidades ou regiões culturais, enquanto outras adotam formatos mais experimentais, como livros pop-up de luxo ou ensaios que dialogam com as artes e o corpo. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre narrativas mais narrativas e outras de cunho mais informativo ou ensaístico, oferecendo ao leitor uma gama de abordagens para temas contemporâneos e históricos.
