
Título: La Méthode: 2. La Vie de la vie
Autor: Edgar Morin
Sinopse: La « révolution biologique ouverte par la découverte de l’ADN n’est pas encore devenue la révolution conceptuelle qui, éclairant ses propres découvertes, permette d’élucider l’autonomie et la dépendance de l’organisation vivante par rapport à son environnement, l’autonomie et la dépendance mutuelle entre l’individu et l’espèce, et, pour un très grand nombre d’animaux, la société.D’où un problème capital de la MÉTHODE. Il est d’autant plus nécessaire de penser la vie que la biologie concerne non seulement la connaissance de nous-mêmes, mais aussi, de plus en plus, le destin de nos vies. Elle a ouvert l’ère des manipulations génétiques et cérébrales, l’ère de la biologisation et de l’industrialisation de la vie. Faut-il que, là encore, nous soyons incapables de contrôler elle-même et que contrôlent désormais les moins contrôlés des contrôleurs, les puissances économiques vouées au profit ?E. M.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “La Méthode: 2. La Vie de la vie”, de Edgar Morin, publicado pela editora Éditions du Seuil, em 1980 e com 484 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Éditions du Seuil
Páginas: 484
Ano: 1980
Edição:
Linguagem: francês
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Editions Du Seuil convidam a uma reflexão profunda sobre a condição humana, a sociedade e a história, com um olhar que atravessa tempos e espaços variados. O catálogo privilegia obras que exploram tensões sociais, como as diferenças de classe nas guerras, as complexidades das relações humanas e as contradições da imigração. A leitura é marcada por um tom denso e analítico, muitas vezes filosófico ou histórico, que não se limita a narrativas lineares, mas se aprofunda em múltiplas perspectivas e interpretações. As obras apresentam um equilíbrio entre textos mais ensaísticos, que dialogam com a filosofia e a psicanálise, e narrativas que trazem histórias pessoais ou coletivas em contextos geográficos específicos, como a África ou o Magrebe. Essa diversidade sugere um catálogo que valoriza tanto a análise crítica quanto a experiência literária, com ritmo que pode variar do rigor acadêmico a uma prosa mais envolvente e até irônica.
