
Título: La mia vita di uomo
Autor: Philip Roth
Sinopse: Romanzo dentro il romanzo, edificio labirintico di meditazioni comiche, luttuose e strazianti sulla fatale impasse fra un uomo e una donna, Peter e Maureen Tarnopol, marito e moglie, La mia vita di uomo , pubblicato originariamente nel 1974 e ora riproposto in una nuova traduzione, è il più impietoso fra i libri di Philip Roth. Per mezzo di invenzioni disperate e verità cauterizzanti, atti di debolezza, di tenerezza e di scioccante crudeltà, Philip Roth crea un'opera degna di Strindberg: una feroce tragedia di cecità e bisogno sessuale. *** «Un'opera grandiosa... per l'inventiva, per la profonda introspezione... per la capacità di affrontare le terribili contraddizioni della vita e dellarte». New York «Roth al suo meglio... nessun altro scrittore vivente sa tenere un romanzo per tutta la sua lunghezza a un livello di decibel alto come quello di Philip Roth». Newsweek «Un contributo corrosivo, unico, alla letteratura sugli uomini e le donne, destinato a durare». Newsday
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “La mia vita di uomo”, de Philip Roth, publicado pela editora Einaudi, em 2011 e com 374 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Einaudi
Páginas: 374
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: italiano
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Einaudi oferecem uma experiência de leitura marcada por narrativas densas e multifacetadas, que transitam entre o romance psicológico, o suspense e o ensaio filosófico. O catálogo privilegia personagens complexos, muitas vezes imersos em dilemas morais, conflitos íntimos e contextos históricos ou sociais rigorosamente delineados. A linguagem costuma ser precisa e elaborada, com um ritmo que ora convida à reflexão pausada, ora instiga a tensão crescente, como em histórias policiais ou dramas familiares. Há também uma atenção recorrente à dimensão humana, seja por meio de retratos de relações interpessoais delicadas ou pela exploração de temas como justiça, memória e identidade.
